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Quando alguém compra vindo de um anúncio, a Meta precisa saber que a venda aconteceu. É assim que ela aprende quem é bom comprador e passa a mostrar seu anúncio para mais gente parecida. Sem esse retorno, a campanha vai piorando sozinha — você continua pagando por cliques, mas o algoritmo está no escuro. O jeito tradicional de contar isso é o Pixel no navegador do comprador. Ele falha bastante: bloqueador de anúncio, restrição de privacidade do iPhone, aba fechada antes da página carregar. E falha de vez no Brasil, onde muita gente paga por Pix ou boleto — o dinheiro cai horas ou dias depois, com o comprador longe do site. A Chargefy resolve isso enviando os eventos pela Meta Conversions API, do nosso servidor direto para o seu conjunto de dados, sem depender do navegador de ninguém. Você conecta seu Pixel uma vez e a Chargefy passa a enviar cada marco do funil conforme ele acontece de verdade no seu negócio.
Isso não substitui o Pixel do seu siteO Pixel instalado nas suas páginas continua útil para o que acontece antes da compra: visitas, visualizações de produto, navegação. A Chargefy cobre a parte que ela enxerga — o checkout e o pagamento — e é justamente a parte que o navegador mais erra.

O que a Chargefy envia

O funil inteiro que ela enxerga — da abertura do checkout até o carrinho que morreu sem pagar. Todos os eventos saem do servidor da Chargefy no instante em que acontecem de verdade. O mapeamento é fixo e igual para todas as contas. Ele não é configurável de propósito: um mapeamento errado estraga a otimização da campanha, e isso é caro demais para virar um botão que se erra sem perceber.
Por que dois nomes começam com Chargefy_A lista de standard events da Meta não cobre pagamento recusado nem checkout expirado. Esses dois viajam como custom events, com nome próprio.Na prática a diferença é: standard event alimenta a otimização automática da campanha; custom event serve para você montar público personalizado e criar conversão personalizada.O namespace resolve uma pergunta que o Gerenciador de Eventos não responde. Ele já mostra quais eventos são custom, mas nunca mostra quem mandou — e o seu conjunto de dados costuma receber de mais de uma fonte: o Pixel do seu site, a Chargefy, e o que mais você tiver ligado. Com o prefixo, você bate o olho e sabe a origem; sem ele, um nome genérico se fundiria em silêncio com o de outra ferramenta e o número deixaria de significar alguma coisa.

Quando cada um dispara

Dispara no primeiro carregamento da página de checkout, antes de qualquer tentativa de pagamento. É o sinal de intenção: essa pessoa clicou no anúncio, chegou até o formulário e está considerando comprar.Serve para a Meta construir públicos de remarketing e entender quem chega perto da compra, mesmo sem fechar.
Dispara quando o comprador conclui o formulário e envia o pagamento — antes de saber se foi aprovado.É o evento mais importante do meio do funil no Brasil, porque é ele que marca o Pix e o boleto no momento em que o código é gerado. Antes, entre a abertura do checkout e a aprovação existia um buraco de horas ou dias em que a Meta não recebia nada — e, se o boleto nunca fosse pago, nada mesmo. Agora ela recebe na hora o sinal de quem realmente chegou até o fim.Vale também para a qualidade da correspondência: nesse momento o comprador já preencheu e-mail, nome, telefone e endereço, então o evento sai com o conjunto completo de dados de identificação — bem mais do que o InitiateCheckout consegue carregar.Sai uma vez por checkout. Se o comprador tentar de novo com outro cartão, ele não “preencheu os dados” duas vezes — e a Meta não recebe duas.
Dispara quando o pagamento é efetivamente aprovado, não quando o comprador clica em “pagar”.A diferença importa muito no Brasil. No cartão, os dois momentos são quase simultâneos. No Pix e no boleto, não: o comprador gera o código e some. Se o Pix for pago três horas depois, o Purchase sai três horas depois. Se o boleto for pago no terceiro dia, sai no terceiro dia. A Meta recebe a venda quando ela virou dinheiro, e não quando alguém demonstrou intenção de pagar.
Dispara quando um checkout de assinatura é aprovado e a cobrança acontece já na entrada, sem período de teste.
Dispara quando um checkout de assinatura é aprovado e a assinatura entra em período de teste. Como não houve pagamento ainda, o valor enviado é zero — o que é correto: você não quer que a Meta otimize para receita que ainda não existe.
Dispara a cada tentativa de pagamento recusada, com o valor que teria sido cobrado.Serve para montar o público de quem quis comprar e não conseguiu — cartão recusado, limite, dado errado. É gente que já decidiu, e costuma responder muito melhor a uma campanha de recuperação do que um público frio.
Dispara quando a sessão de checkout chega ao fim do prazo sem pagamento, com o valor que ficou na mesa. É o carrinho abandonado na prática.Cobre os dois casos: quem abriu e foi embora, e quem gerou o Pix ou o boleto e nunca pagou. Checkout concluído nunca expira, então uma venda aprovada jamais aparece aqui.O nome fala de expiração, não de abandono, porque é isso que a Chargefy de fato observa: um prazo que venceu. Se o comprador desistiu, mudou de ideia ou só se distraiu, quem sabe é você — não nós.
Só existe evento para o que a Chargefy observa. Ela não inventa eventos de visita de página ou visualização de produto, porque essas coisas acontecem no seu site, não no checkout dela.

O que vai junto com cada evento

Além do nome do evento, a Chargefy manda:
  • O valor e a moeda da compra, para a Meta saber quanto cada venda rendeu e otimizar por receita, não só por quantidade;
  • Os produtos comprados com quantidade e preço unitário;
  • Os dados de identificação do comprador (user_data), para a Meta ligar a venda à pessoa que viu o anúncio: e-mail, telefone, nome, cidade, estado, CEP e país;
  • O clique do anúncio (fbc), quando o comprador chegou por um link com fbclid, além do fbp quando o Pixel do seu site já tiver marcado aquele navegador.
Os dados de identificação são hasheados antes de sairE-mail, telefone, nome e endereço nunca saem da Chargefy em texto legível: cada um vira um hash SHA-256 antes do envio, como a Meta exige para os campos de user_data. Ela compara esse hash com o da base dela e reconhece a pessoa, mas não consegue ler o dado original.IP e user agent seguem em claro — a Meta proíbe hashear esses dois, porque são justamente o que ela usa para casar o evento com a sessão de navegação.
Telefone brasileiro recebe tratamento próprio: DDD, nono dígito e código do país são normalizados para o formato que a Meta espera. Um número salvo como (11) 91234-5678 e outro salvo como +55 11 91234-5678 chegam do mesmo jeito, e por isso são reconhecidos como a mesma pessoa.

Onde configurar

A conexão fica em Configurações → Marketing, no Dashboard.
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Pegue os dois dados no Gerenciador de Eventos

Você precisa do Pixel ID (o ID do conjunto de dados) e de um token de acesso da Conversions API, os dois no Gerenciador de Eventos da Meta. O próprio formulário da Chargefy tem o caminho escrito e um link direto para cada um.
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Dê um nome e escolha o alcance

O nome é só para você se achar na lista. Em seguida escolha se este Pixel recebe as vendas de todos os links de pagamento ou apenas de links específicos — útil quando você roda campanhas separadas e quer cada uma no seu próprio Pixel.
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Valide antes de valer para o algoritmo

Use o modo de teste (logo abaixo) para confirmar que a conexão funciona antes de deixar os eventos reais entrarem na conta.
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Acompanhe os envios

A própria tela de Marketing lista os eventos enviados, com status de cada um. É onde você confere se algo falhou.
O envio começa a valer a partir da conexãoCheckouts abertos antes de você conectar o Pixel ficam de fora, inclusive se o pagamento deles for aprovado depois. Isso é proposital: uma venda que começou sem o Pixel conectado não tem como ser atribuída corretamente, e mandá-la assim sujaria seus relatórios em vez de ajudar.

Em que o alcance se aplica

O alcance de um Pixel é definido por link de pagamento, e você tem duas opções: Vale destacar o que a primeira opção cobre: se o seu sistema cria checkouts pela API em vez de usar link de pagamento, essas vendas entram no alcance amplo. Elas ficariam de fora se você escolhesse links específicos, simplesmente porque não passam por link nenhum.
Um detalhe que evita dor de cabeçaO alcance é resolvido e congelado no momento em que o comprador abre o checkout. Se um boleto for pago três dias depois, a venda vai para o mesmo Pixel que recebeu a abertura — mesmo que nesse meio tempo você tenha trocado a configuração. Abertura e compra sempre contam para o mesmo lugar.

Modo de teste

Antes de deixar os eventos entrarem para valer, dá para conferir se a conexão está de pé. No Gerenciador de Eventos da Meta existe uma aba de eventos de teste que gera um código. Cole esse código no campo de teste da Chargefy: a partir daí, cada evento enviado aparece nessa aba em segundos, e você vê chegando exatamente o que a Chargefy mandou. Também existe uma ação de enviar teste na lista de destinos, que dispara um Chargefy_ConnectionTest sozinho, sem precisar de uma venda de verdade. Esse evento é inofensivo de propósito — ele não se parece com uma compra, então não contamina a otimização da sua campanha nem inventa receita nos seus relatórios.
Terminou de validar? Volte no destino e apague o código de teste. Ele é para conferência, não para operação do dia a dia.

O que acontece quando algo dá errado

A entrega é garantida, não é “tentou uma vez e desistiu”. Se a Conversions API estiver fora do ar ou recusar por rate limit, a Chargefy tenta de novo, espaçando as tentativas ao longo de cerca de três dias. Esse limite existe por um motivo: a Meta recusa qualquer evento com mais de sete dias de idade, e a régua de tentativas foi desenhada para caber dentro dessa janela até no pior caso — um boleto confirmado no terceiro dia, que ainda precisa de margem para as tentativas. Cada envio aparece na lista com um destes estados:

Token vencido pausa sozinho

Se a Meta responder que o token não vale mais — foi revogado, expirou ou perdeu permissão —, a Chargefy marca a conexão como inválida e para de tentar. Isso evita queimar tentativas contra uma credencial morta e deixa claro na tela que o problema é seu token, não a integração. Para voltar a funcionar, gere um token novo no Gerenciador de Eventos e use a ação de substituir token. O token atual nunca é exibido de novo, nem para você — só os quatro últimos caracteres aparecem, para conferência.

A mesma venda nunca é contada duas vezes

Uma compra pode ser registrada por mais de um caminho dentro da Chargefy — a confirmação do checkout e o aviso do banco, por exemplo, podem chegar quase juntos. Mesmo assim, a Meta recebe um evento. O event_id que a Chargefy manda junto de cada evento vem da própria venda, não do registro interno que disparou o envio. Então os dois caminhos chegam no mesmo identificador, e o segundo é descartado antes de sair. A deduplicação da Meta ainda roda por cima disso, como segunda rede de proteção. É o mesmo event_id que permite a deduplicação com o Pixel do seu site: se um dia os dois enviarem o mesmo evento, a Meta conta uma vez só. Na prática: seus relatórios não inflam sozinhos.

Perguntas frequentes

Sim, nas primeiras horas. Os eventos só existem quando houver movimento novo: um checkout aberto depois da conexão. Vendas anteriores não entram retroativamente.Se já houve movimento e mesmo assim não apareceu nada, confira o status da conexão na lista — se estiver como credencial inválida, o token precisa ser substituído.
Pode. Cada Pixel é um destino separado, com seu próprio alcance. Dá para ter um Pixel recebendo tudo e outro recebendo só um link específico, por exemplo — a mesma venda pode alimentar os dois.
Não. Uma conexão pertence ao ambiente em que foi criada e só recebe vendas dele. Vendas de teste nunca chegam ao Pixel de produção.
Pode. A ação de pausar interrompe os envios e mantém o Pixel, o alcance e o token guardados. Ao retomar, volta de onde parou — mas o que aconteceu durante a pausa não é enviado retroativamente.
O evento sai na entrada da assinatura: Subscribe quando há cobrança imediata, StartTrial quando começa em teste grátis. As renovações dos meses seguintes não geram evento novo — a Meta otimiza para a aquisição, que é o que o anúncio de fato causou.
Porque ele não ajudaria. Um comprador digitando um cupom não diz nada sobre intenção de compra que o AddPaymentInfo já não diga melhor — e o cupom acontece antes, com menos dados de identificação junto.Enviar os dois só encheria o seu Gerenciador de Eventos com um evento que descreve o mesmo público. A Chargefy registra esse marco internamente, para os seus relatórios de checkout, mas não o encaminha para a Meta. Se um dia isso mudar, ele chega como Chargefy_CheckoutDiscountApplied.

Relacionado

Criar um Link de pagamento

O alcance do Pixel é definido por link de pagamento.

Checkout sessions

Onde a campanha é capturada e o checkout acontece.

Chargefy.js

Preserve os parâmetros de campanha da sua landing page até o checkout.

Assinaturas

Como funcionam teste grátis e cobrança na entrada.