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A melhor integração começa pela experiência que você quer entregar — não pelo nome de um endpoint. A Chargefy tem caminhos diferentes para vender uma oferta repetível, cobrar um pedido específico, controlar toda a interface, operar receita recorrente ou processar pagamentos para outras empresas.

Resposta curta

Essas decisões podem se combinar. Uma plataforma escolhe primeiro a organização conectada e, dentro dela, ainda decide entre payment link, checkout session, payment intent ou assinatura. Uma assinatura também pode começar em um link ou checkout hospedado.

Decida em duas camadas

1. Quem está vendendo?

  • Sua própria empresa: use uma API key de organização; ela já fixa o contexto da conta.
  • Outra empresa dentro da sua plataforma: crie uma organização conectada e guarde o org_*. Use esse ID na URL para consultar ou atualizar a própria organização e no header Organization para operar os recursos dela.
Não misture sellers diferentes na mesma organização. Produtos, clientes, pagamentos, recebíveis e eventos precisam nascer no contexto de quem efetivamente vende.

2. Como a cobrança deve acontecer?

Avalie as linhas de cima para baixo e pare na primeira condição que descreve a sua cobrança: Escolha um payment link quando produto, preço e regras podem ser reaproveitados por vários compradores. Cada acesso ao link materializa uma checkout session própria, portanto o link é o molde da venda — não a compra em si. É o caminho mais curto para bio, WhatsApp, e-mail, QR code, botão de compra ou campanha. Se cada pedido tem valor, itens, estoque ou metadata próprios, crie uma checkout session no backend.

Checkout session: uma compra específica

Escolha uma checkout session quando o seu sistema já conhece o pedido e quer delegar a etapa de pagamento. Seu backend cria a sessão, recebe uma url e redireciona o comprador para a página hospedada. Use a session para carrinho, reserva, proposta ou upgrade específico. Ela não é um widget incorporável: para manter toda a interface na sua aplicação, use o caminho customizado.

Payment intent + Chargefy.js: controle total

Escolha um payment intent quando o seu produto precisa controlar campos, layout, validações e sequência da experiência. Para cartão, carregue Chargefy.js no navegador pela URL oficial, gere um token de uso único e envie apenas esse token ao seu backend. Esse caminho dá flexibilidade, mas transfere para sua aplicação mais responsabilidades: UI, mensagens de erro, estados pendentes, retry, acessibilidade e confirmação por webhook.

Subscriptions + invoices: recorrência como domínio

Escolha subscriptions quando existe uma relação contínua com período, trial, renovação, troca de plano, proporcionalidade ou cancelamento. Não simule recorrência agendando payment intents manualmente: isso perde o estado da assinatura e a invoice de cada ciclo. A interface de entrada é uma decisão separada. Você pode vender um preço recorrente por payment link, checkout session ou um fluxo customizado; depois da criação, a subscription e suas invoices passam a controlar o ciclo.

Connected organizations: a camada de plataforma

Escolha organizações conectadas quando uma plataforma facilita pagamentos para sellers, franquias, lojas ou clientes B2B. Crie uma organização por participante, abra uma activation session e só processe cobranças reais depois de activation_status: "active".
Somente integrações Chargefy for Platforms acessam /v1/organizations. Nessas rotas, a API key de plataforma autentica a chamada e a coleção ou o ID da URL define a organização conectada. O header Organization entra depois, quando a plataforma opera recursos pertencentes à conta conectada.
Em webhooks de plataforma, o campo top-level organization identifica quem originou o evento.

Evite estes atalhos

  • Não use payment link como identificador de pedido; correlacione a checkout session criada em cada acesso.
  • Não crie uma session nova para cada visitante se a mesma oferta pública e reutilizável resolve o caso.
  • Não exponha API keys no browser ou aplicativo mobile. Em checkout customizado, PAN e CVC ficam no browser e são tokenizados com Chargefy.js; nunca os envie ao seu backend.
  • Não trate success_url, redirect ou callback do frontend como prova de pagamento.
  • Não reconstrua renovação, trial e dunning com tarefas próprias quando o domínio é uma assinatura.
  • Não use uma organização única para processar vendas de sellers independentes.

Próximos passos

Aceitar o primeiro pagamento

Complete o fluxo mais curto em test mode.

Criar checkout hospedado

Modele uma sessão para cada pedido.

Construir checkout customizado

Combine Chargefy.js, payment methods e payment intents.

Cobrar assinaturas

Implemente trial, renovação e recuperação de pagamento.